terça-feira, 1 de março de 2011

UM BELO EXEMPLO DE TÍTULO

Mulheres crescem no comando de empresas de segurança privada
Em cinco anos, elas conquistaram 30% da chefia das empresas do Estado de São Paulo
Assim como a profissão de vigilante tem atraído cada vez mais mulheres para as empresas de segurança privada, a presença nos cargos executivos também desperta o interesse feminino, de acordo com levantamento do Sesvesp (Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo).
Prova disso, é que atualmente, só no Estado, cerca de 30% dos que comandam empresas de segurança privada são mulheres. “Durante muito tempo os homens imperaram no comando destas empresas. Hoje, vemos uma realidade muito mais democrática e madura com a abertura para a gestão feminina, que dá mostras de muita competência", afirma o presidente da entidade, José Adir Loiola.
Há cinco anos, as mulheres participavam do setor apenas com a força de trabalho e representavam pouco mais de 3% do universo de vigilantes profissionais. Hoje já são cerca de 8% do efetivo, o que significa aproximadamente 10 mil mulheres no Estado. Como empresárias, em cinco anos elas passaram de praticamente inexistentes para um ‘exército’ de 150 executivas à frente de empresas de segurança privada.
Informações complementares
A Segurança Privada é uma atividade autorizada, controlada e fiscalizada pelo Departamento de Polícia Federal, desenvolvida por pessoas capacitadas através de Cursos de Formação de Vigilantes, vinculadas às Empresas autorizadas, com o fim de exercer preventivamente a proteção do patrimônio e das pessoas que se encontram nos limites do imóvel vigiado, podendo ser em estabelecimentos urbanos ou rurais; seja da iniciativa privada (instituições financeiras, empresas, shopping-centers, hospitais, escolas, etc.), seja da Administração Pública Direta (órgãos federais, estaduais, municipais ou distritais) ou Indireta (autarquias, empresas públicas, empresas de economia mista e fundações).
Hoje, há aproximadamente 148 mil vigilantes (entre homens e mulheres) em 519 empresas de segurança legalizadas no Estado de São Paulo, sendo que quase 200 são associadas ao Sesvesp. No Brasil, o efetivo da segurança privada é de 476 mil vigilantes trabalhando em 1.700 empresas autorizadas a funcionar no País.

Tipos de Atividade
• Vigilância Patrimonial - exercida dentro dos limites dos estabelecimentos, urbanos ou rurais, públicos ou privados, com a finalidade de proteger os bens patrimoniais;
• Transporte de Valores - consiste no transporte de numerário, bens ou valores, mediante a utilização de veículos, comuns ou especiais;
• Segurança Pessoal - exercida com a finalidade de garantir a incolumidade física de pessoas;
• Escolta Armada - visa a garantir o transporte de qualquer tipo de carga ou de valores;
• Curso de Formação - tem por finalidade formar, especializar e reciclar os vigilantes.

O papel do Sesvesp
O Sesvesp é o sindicato que representa a categoria econômica de segurança privada e eletrônica e dos cursos de formação e aperfeiçoamento de vigilantes no Estado, desde 1988. Trabalha para coibir a prestação de serviços por empresas informais, que somam cerca de um terço do total de companhias do segmento.

Luta, também, para que seja aprovado o Projeto de Lei 4594/2004, em tramitação no Congresso Nacional, qualificando como crime a contratação de serviço de segurança privada clandestina, além da utilização por parte dos contratantes de vigilantes sem treinamento e registro na Polícia Federal, que é o órgão público responsável pelo controle da segurança privada no Brasil, desde 1995, por meio do Ministério da Justiça. (www.sesvesp.com.br)
Informações para a imprensa
GT Marketing e Comunicação
(11) 5053-6100
Camila Vasconcellos - camila.vasconcellos@gtmarketing.com.br
Luciana Albernaz – luciana@gtmarketing.com.br
Camila Vasconcellos
Jornalista

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