terça-feira, 20 de outubro de 2009

JÁ ESTAMOS NA PÓS CRISE, VAMOS COMER QUEIJO E VINHO


"Bom dia! Tudo bem?
 
Tenho esse release sobre a volta do consumo de alimentos finos como queijos, vinhos e chocolates, agora em que estamos na época de pós-crise.
Estou à disposição para mais informações. Se necesário, tenho um personagem consumidor, que tem esse perfil de retorno do consumo destes alimentos. 
 Fico no aguardo.
 Um abraço,
 Fernanda Carolina de Souza

20/10/09


Mercado de produtos finos demonstra sinais de recuperação

Armazém Gourmet registra aumento nas vendas de vinhos e queijos nos últimos meses


Neste semestre de 2009, o mercado reage e os empórios comemoram o aumento pela procura de produtos finos nos últimos meses. O Armazém Gourmet já tem registrado crescimento expressivo nas vendas de vinhos, queijos e outros produtos, para consumo próprio dos clientes e para presentes. A perspectiva é que até o final do ano a recuperação nos segmentos de Serviços e Comércio chegará em níveis próximos dos de 2008.

Com a crise o reflexo natural das pessoas é de defesa e precaução econômica. Os gastos com produtos considerados supérfluos e o investimento no lazer são deixados de lado. De acordo com o economista da Associação Comercial de Campinas (ACIC) Laerte Martins, os empórios e restaurantes sofreram o impacto com da falta de liquidez, gerado na economia, com queda no seu faturamento, acima de 10,0%.

Os campineiros demonstram que nossa economia está reagindo e superando o furacão chamado crise. A volta do consumo de alimentos finos e o investimento em lazer são os primeiros sinais que a crise está indo embora. Segundo o economista Maurício Siqueira o mercado começou a estabilizar e as taxas de juros estão diminuindo, isso é uma tendência de crescimento. Com o fim de ano o mercado vai receber uma injeção de dinheiro e os bancos já estão voltando aos poucos a liberar créditos.

“Nossas vendas de vinhos e queijos aumentou neste último período. Os nossos clientes voltaram a procurar produtos finos com mais freqüência para consumo próprio e para presentes”, afirma Júlio César Pedrosa.

O Armazém Gourmet foi inaugurado bem no “olho do furacão” da crise mundial em outubro do ano passado, conseguiu superar os primeiros meses mais difíceis e agora registra a recuperação, com expectativa de aumento no crescimento das receitas até o fim do ano.

 A crise
 Não é a primeira vez que o brasileiro sofre e supera uma crise. O Brasil já sofreu várias crises econômicas em planos governamentais José Sarney, Fernando Collor de Mello e outros. “Da década de 70 para cá, o problema com a falta de liquidez no mercado tem sido mais freqüente, cada uma em um governo diferente”, conta o economista Maurício Siqueira.

Segundo Siqueira a crise econômica mundial, teve seu inicio nos EUA, com o estouro de uma bolha na área de investimentos imobiliários.  Os bancos emprestaram dinheiro para a compra de imóveis para pessoas sem capacidade de pagamento. Daí, o inicio de uma crise, gerada pela falta destes pagamentos, tendo como conseqüência a falta de fundos das grandes instituições financeiras. Como os bancos do mundo inteiro têm intercâmbio financeiro, isto é, tomam dinheiro emprestado destas grandes instituições, com a crise delas, houve a disseminação da falta de crédito no planeta. A economia deixou de girar, as indústrias deixaram de produzir, tudo travou, pela falta de capital.  
“A crise começou quando as empresas não tinham onde buscar dinheiro, então elas se capitalizaram não pagando os impostos. Neste momento as empresas se esforçam para saldar suas dívidas e contam com a injeção de dinheiro no mercado nesta época de festas”, afirma Siqueira".

Que jornalismo é este?
Jornalismo Merkadológico


 
 

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